Arquivo - Categoria: O que você quer ser quando morrer

Como funciona a doação de órgãos

O tabu e a falta de informação prejudicam os números, e a quantidade de doações de órgãos realizadas acabam sendo inferiores às necessidades brasileiras. Segundo a ABTO, Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, hoje, no país, existem mais de 30 mil pessoas na fila à espera de um transplante. De 2015 para 2016, o número(…)

Querida, virei um LP

Uma possibilidade pouco explorada para o destino das cinzas da cremação é prensá-las em um disco de vinil  -também conhecido como Long Play em inglês, por isso a sigla LP. A empresa inglesa “And Vinyly” é uma das mais conhecidas do ramo. O pacote básico conta com a produção de 30 discos e sai por £3000 libras. Cada disco dura 24 minutos,(…)

Não morra, vire uma estrela

Sempre olhei para o céu e achei engraçado o fato de podermos ver brilhar uma estrela que não existe mais. As estrelas mortas estão muito longe da Terra para serem vistas a olho nu, mas com a ajuda de um telescópio é possível avistá-las. “Se a estrela já desapareceu, como ela ainda está lá?”, pergunta(…)

obituários dos leitores

Em post recente, publiquei sobre “como escrever seu próprio obituário”. Um artigo inspirado na escrita de obituários como um exercício de pensar na finitude e na possibilidade de refletir sobre uma vida ao imagina-la de “trás para frente”.  Convidei leitores a me enviarem os seus. Seguem obituários de leitores do blog Morte sem Tabu, com a devida(…)

Como escrever seu próprio obituário

Há diversas razões para escrever seu próprio obituário. Alguns cursos de jornalismo e de escrita criativa o indicam como um exercício. Terapias e coaching também usam o obituário como uma forma de procurar compreender como se deseja viver a vida. O portal legacy.com, um banco de dados mundial de obituários, que distribui textos a grandes(…)

Como doar seu corpo (literalmente)

“Cheguei à conclusão de que pouco importa se há continuidade ou não após a morte. O corpo morto não passará jamais por outro processo senão o de desfazer-se até virar pó. Se é assim, temos que pensar seriamente no problema das necrópoles  com um olhar mais científico e começar a buscar as alternativas como a cremação(…)